Clara Nunes e Carmem Silva, em início de carreira, gravaram músicas da Jovem Guarda
Se você gostou do primeiro número, acho que vale a pena conferir o segundo. Uma das curiosidades é a cantora Carmem Silva em 1967, no início da carreira, cantando o “Samba com iê-iê-iê”, gravado na Continental, no qual profetizava: “Parece que vai acontecer/o samba namorar com o iê-iê-iê”... Outra cantora, presente neste volume, e que desfrutaria enorme prestigio na década seguinte, é a saudosa Clara Nunes na balada “O amor é azul”, uma versão de Love is blue, sucesso de Paul Muriat no Brasil, também gravada por Celly Campello em 1968. Por falar na primeira rainha do rock brasileiro, ela também está na coletânea com “Estou bem”, uma versão de I’m alright, gravada no início dos anos 70. A cantora reencontraria o sucesso em 1976 com o revival de Estúpido Cupido, novela da Rede Globo.
01. João Luiz - Eu quero alguém para amar
02. Celly Campello - Estou bem (I'm alright)
03. Roberto Barreiros - Arquimedes Pitagórico
04. Ana Paula - As batidas do meu coração
05. Bob Lin - Contigo ao sol
06. The Kings – Estrela
07. Brigite - A boneca
08. Nilton Cesar - Num sorriso teu
09. Cleide Alves - Você já teve a sua chance
10. Mauro Sérgio – Geórgia
11. Elizabeth - E não me deixe nunca mais perder você
12. Miguel Damus - Coisas que não se devem dizer
13. Vanusa – Caminhemos
14. Os Caçulas - É preciso crer nas estrelas
15. Clara Nunes - O amor é azul (Love is blue)
16. Edmar – Doraci
17. Carmen Silva - Samba com iê-iê-iê
18. Os Canibais - Garota teimosa
19. Os diferentes - A trombada
20. Os Trips - Pura asneira
21. Trio Esperança – Obrigado
22. Tony Campello - Uma vai, uma vem
23. Vanil - Quero encontrar você
24. Os Megatons - Meu machucadinho
25. Os Tele-Singers – Guantanamera
26. Os selvagens - Vivo pra você
27. Os Imperiais - Eu até chorei
28. Paulo Henrique - Minha timidez
29. Carlos Imperial - O bom & O carango
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
v.a. - Jovem Guarda - Desfile de Raridades - Vol. 1
Celly Campello, Wanderléa, Vanusa, Rosemary e Adriana estão neste primeiro volume
Este primeiro volume não é novidade pra muita gente, pois permaneceu por um bom tempo disponível no blog Túnel do Tempo, desativado em dezembro de 2010. Algumas curiosidades estão entre as 30 faixas: A primeira, logo na abertura, é o quarteto Mamães e Papais que, na cola do excelente The Mama’s and Papa’s, canta “Meu benzinho”, versão de Monday, Monday – um dos maiores sucessos do quarteto norte-americano formado por John Phillips, Michelle Phillips, 'Mama' Cass Elliot e Denny Doherty. Outra curiosidade é Alda Perdigão, cantora de bela voz e grande popularidade nos anos 50, com "O primeiro beijo", versão de Il Primo Bacio Che Daro, do repertório de Gigliola Cinquetti, além do cantor Demétrius com “Minha gente”, música que compôs em 1967 para o III Festival da Música Popular Brasileira (TV Record). Vale também ouvir “É tudo rock’n’roll”, com Leno, “Superstar”, com Fábio Stella, e o charleston “Pode fechar seu guarda-chuva”, com João Luiz, entre outras. Confira a lista completa:
01. Mamães e Papais - Meu benzinho (Monday, monday)
02. Blow Up - Estrela que cai
03. Celly Campello - A casa de cortinas amarelas
04. Leno - É tudo rock 'n' roll
05. Wanderléa - Bye bye (Sing sing Barbara)
06. Fábio – Superstar
07. Menina de Lurdes - Receita pra ser feliz (Treat Her Right)
08. João Luiz - Pode fechar seu guarda-chuva
09. Os Introcáveis - Não acredito (I'm believer)
10. Sérgio Murilo - Oho – Aha
11. Marianne - Deixe-me falar de amor
12. Vladimir - Até setembro
13. Os Caçulas - Não vou deixar meu pranto morrer
14. Inês Jordan - O gavião
15. Os Dolentes - Bye, bye Lola
16. Rossini Pinto - Shalalá-Lalu (Por causa de você)
17. Rosemary - Juro por Deus
18. Os Wandecos - O lago (do filme Juventude e Ternura)
19. Adriana – Viu
20. George Freedman - Correio Sentimental
21. Vanusa - A tristeza terminou
22. Os Estranhos - Te amo
23. Alda Perdigão - O primeiro beijo
24. Jacildo e Seus Rapazes - Doido por amor
25. Annik Malvil - Broto de Tubinho
26. The Clevers – Rita
27. Diana - Não chore, baby
28. Demétrius - Minha gente (III Festival da Música Popular Brasileira - 1967)
29. Os Kandomblés - Minha empregada
30. Ronnie Von - Ele tem você
Este primeiro volume não é novidade pra muita gente, pois permaneceu por um bom tempo disponível no blog Túnel do Tempo, desativado em dezembro de 2010. Algumas curiosidades estão entre as 30 faixas: A primeira, logo na abertura, é o quarteto Mamães e Papais que, na cola do excelente The Mama’s and Papa’s, canta “Meu benzinho”, versão de Monday, Monday – um dos maiores sucessos do quarteto norte-americano formado por John Phillips, Michelle Phillips, 'Mama' Cass Elliot e Denny Doherty. Outra curiosidade é Alda Perdigão, cantora de bela voz e grande popularidade nos anos 50, com "O primeiro beijo", versão de Il Primo Bacio Che Daro, do repertório de Gigliola Cinquetti, além do cantor Demétrius com “Minha gente”, música que compôs em 1967 para o III Festival da Música Popular Brasileira (TV Record). Vale também ouvir “É tudo rock’n’roll”, com Leno, “Superstar”, com Fábio Stella, e o charleston “Pode fechar seu guarda-chuva”, com João Luiz, entre outras. Confira a lista completa:
01. Mamães e Papais - Meu benzinho (Monday, monday)
02. Blow Up - Estrela que cai
03. Celly Campello - A casa de cortinas amarelas
04. Leno - É tudo rock 'n' roll
05. Wanderléa - Bye bye (Sing sing Barbara)
06. Fábio – Superstar
07. Menina de Lurdes - Receita pra ser feliz (Treat Her Right)
08. João Luiz - Pode fechar seu guarda-chuva
09. Os Introcáveis - Não acredito (I'm believer)
10. Sérgio Murilo - Oho – Aha
11. Marianne - Deixe-me falar de amor
12. Vladimir - Até setembro
13. Os Caçulas - Não vou deixar meu pranto morrer
14. Inês Jordan - O gavião
15. Os Dolentes - Bye, bye Lola
16. Rossini Pinto - Shalalá-Lalu (Por causa de você)
17. Rosemary - Juro por Deus
18. Os Wandecos - O lago (do filme Juventude e Ternura)
19. Adriana – Viu
20. George Freedman - Correio Sentimental
21. Vanusa - A tristeza terminou
22. Os Estranhos - Te amo
23. Alda Perdigão - O primeiro beijo
24. Jacildo e Seus Rapazes - Doido por amor
25. Annik Malvil - Broto de Tubinho
26. The Clevers – Rita
27. Diana - Não chore, baby
28. Demétrius - Minha gente (III Festival da Música Popular Brasileira - 1967)
29. Os Kandomblés - Minha empregada
30. Ronnie Von - Ele tem você
terça-feira, 31 de maio de 2011
Rock in Brasil - O balanço das gerações
Projeto da Basf resgata conteúdo sobre os primeiros 30 anos do rock no BrasilDocumento cita as canções que embalaram a juventude brasileira entre 1955-1985
Livreto de 36 páginas destaca movimentos musicais e recupera glossário do período
O Grupo Basf lançou no final dos anos 80 o projeto cultural “Rock in Brasil – O balanço das gerações”. Trata-se de uma fita cassete, acompanhada de um livreto de 36 páginas, ilustradas pelo cartunista Angeli, que foi distribuída pela multinacional aos clientes e formadores de opinião. Tive a sorte de ganhar um dos exemplares. Esta foi a terceira fita de registros históricos patrocinados pela companhia, sendo que a anterior destacava os “50 anos de memória e da antologia da sátira”. Infelizmente desconheço esse material.
Segundo informações no prefácio do livreto, o objetivo do projeto não foi o de realizar uma pequena história do rock, nem de fazer a sua antologia. Procurou-se mostrar como o rock e os jovens caminharam e se estimularam mutuamente desde que esse gênero musical surgiu, em meados dos anos 50, até 1985, cobrindo os primeiros 30 anos do rock no Brasil.
Para tanto, a equipe de criação do projeto ouviu centenas de discos e fitas para chegar às 77 citações fonográficas que compõem “Rock in Brasil – O balanço das gerações”, numa pesquisa de fôlego em que a colaboração das gravadoras, autores, intérpretes e especialistas foi fundamental. O resultado está aqui, sob a locução de Otávio Ceschi Jr., para ser ouvido e curtido.
Este material serve de introdução para postagem a seguir da série “Desfiles de Raridades da Jovem Guarda”, mais uma das minhas colaborações para o blog “Túnel do Tempo”, desativado em dezembro de 2010. O resgate desta série é feito porque não está mais disponível para download na NET. Este projeto da Basf, por sua vez, mostra que já se pode vascular a memória do rock brasileiro e resgatar os momentos decisivos em que as suas guitarras descreveram a trajetória do comportamento das nossas últimas gerações.
Livreto de 36 páginas destaca movimentos musicais e recupera glossário do período
O Grupo Basf lançou no final dos anos 80 o projeto cultural “Rock in Brasil – O balanço das gerações”. Trata-se de uma fita cassete, acompanhada de um livreto de 36 páginas, ilustradas pelo cartunista Angeli, que foi distribuída pela multinacional aos clientes e formadores de opinião. Tive a sorte de ganhar um dos exemplares. Esta foi a terceira fita de registros históricos patrocinados pela companhia, sendo que a anterior destacava os “50 anos de memória e da antologia da sátira”. Infelizmente desconheço esse material.
Segundo informações no prefácio do livreto, o objetivo do projeto não foi o de realizar uma pequena história do rock, nem de fazer a sua antologia. Procurou-se mostrar como o rock e os jovens caminharam e se estimularam mutuamente desde que esse gênero musical surgiu, em meados dos anos 50, até 1985, cobrindo os primeiros 30 anos do rock no Brasil.
Para tanto, a equipe de criação do projeto ouviu centenas de discos e fitas para chegar às 77 citações fonográficas que compõem “Rock in Brasil – O balanço das gerações”, numa pesquisa de fôlego em que a colaboração das gravadoras, autores, intérpretes e especialistas foi fundamental. O resultado está aqui, sob a locução de Otávio Ceschi Jr., para ser ouvido e curtido.
Este material serve de introdução para postagem a seguir da série “Desfiles de Raridades da Jovem Guarda”, mais uma das minhas colaborações para o blog “Túnel do Tempo”, desativado em dezembro de 2010. O resgate desta série é feito porque não está mais disponível para download na NET. Este projeto da Basf, por sua vez, mostra que já se pode vascular a memória do rock brasileiro e resgatar os momentos decisivos em que as suas guitarras descreveram a trajetória do comportamento das nossas últimas gerações.
domingo, 29 de maio de 2011
v.a. - No tempo das 78 RPM - Volume 5
Jackson do Pandeiro e Alvarenga e Ranchinho estão entre as curiosidades deste volume
O quinto e último volume da série No Tempo das 78 RPM destaca-se por trazer nomes que fizeram muito sucesso na época, como Ronnie Cord, Wilson Miranda, Bobby De Carlo, Sérgio Murilo, Giane, Carlos Gonzaga, Meire Pavão e George Freedman. No entanto, na minha opinião, o melhor está nas curiosidades. A primeira é o ator e humorista Jorge Loredo cantando “Zé Bonitinho”, nome do seu personagem mais famoso que estreou na televisão em 1960 no programa Noites Cariocas, exibido pela extinta TV Rio. Destaca-se também o grande Jackson do Pandeiro com “Twist não”, confirmando que o artista não era exclusivo do forró e do baião, tanto que ficou conhecido como “o rei do ritmo”. O que dizer, então, da dupla sertaneja Alvarenga e Ranchinho? Pois ela está aqui na divertida “Pinga com limão”, assim como os Trigêmeos Vocalistas em Vaqueiros de Marajó (Cavaleiros do céu). Mas quem arrebenta mesmo é o grupo Luizinho e seus Dinamites com o vibrante “Carango Twist”. Confiram!
01. 1960 - Lacinhos Cor de rosa - Ellen de Lima
02. 1960 - Zé Bonitinho - Jorge Loredo
03. 1960 - Ring a Rockin' - Wilson Miranda
04. 1961 - Pinga com limão - Alvarenga e Ranchinho
05. 1963 - Twist não - Jackson do Pandeiro
06. 1963 - Pera madura - Ronnie Cord
07. 1960 - Broto legal - Sergio Murilo
08. 1962 - Lição De Twist - Meire Pavão & Conjunto Alvorada
09. 1963 - Carango Twist - Luizinho e seus Dinamites
10. 1960 - Broto feliz (Ahy guy) - Bobby De Carlo
11. 1960 - Dia triste (Blue blue bay) - Mário Augusto
12. 1962 - Procurando meu bem (I'm gonna knock on your door) - Renê Dantas
13. 1963 - Quem me dera (A lonesome heart) – Giane
14. 1960 - Alguém igual a você (If I had a girl) - George Freedman
15. 1960 - Banho de lua - Élcio Alvarez e Sua Orquestra
16. 1960 - Estudante rock - Fernando Costa
17. 1962 - Let's twist again - Orquestra RGE sob dir. Ruben Perez (Pocho)
18. 1960 - Luci - Rossini Pinto
19. 1961 - Vem meu brotinho - Léa Santos
20. 1960 - Meu telefone (Non occupatemi il telefono) - Ari de Oliveira
21. 1962 - Faz tanto tempo - Valter Levita
22. 1960 - Amo você - Gin Castro
23. 1963 - Twist do bebê - Carlos Gonzaga
24. 1960 - Vaqueiros de Marajó (Cavaleiros do céu) - Trigêmeos Vocalistas
25. 1961 - Tome conta do meu amor (Take good care of my baby) - Luiz Cláudio
O quinto e último volume da série No Tempo das 78 RPM destaca-se por trazer nomes que fizeram muito sucesso na época, como Ronnie Cord, Wilson Miranda, Bobby De Carlo, Sérgio Murilo, Giane, Carlos Gonzaga, Meire Pavão e George Freedman. No entanto, na minha opinião, o melhor está nas curiosidades. A primeira é o ator e humorista Jorge Loredo cantando “Zé Bonitinho”, nome do seu personagem mais famoso que estreou na televisão em 1960 no programa Noites Cariocas, exibido pela extinta TV Rio. Destaca-se também o grande Jackson do Pandeiro com “Twist não”, confirmando que o artista não era exclusivo do forró e do baião, tanto que ficou conhecido como “o rei do ritmo”. O que dizer, então, da dupla sertaneja Alvarenga e Ranchinho? Pois ela está aqui na divertida “Pinga com limão”, assim como os Trigêmeos Vocalistas em Vaqueiros de Marajó (Cavaleiros do céu). Mas quem arrebenta mesmo é o grupo Luizinho e seus Dinamites com o vibrante “Carango Twist”. Confiram!
01. 1960 - Lacinhos Cor de rosa - Ellen de Lima
02. 1960 - Zé Bonitinho - Jorge Loredo
03. 1960 - Ring a Rockin' - Wilson Miranda
04. 1961 - Pinga com limão - Alvarenga e Ranchinho
05. 1963 - Twist não - Jackson do Pandeiro
06. 1963 - Pera madura - Ronnie Cord
07. 1960 - Broto legal - Sergio Murilo
08. 1962 - Lição De Twist - Meire Pavão & Conjunto Alvorada
09. 1963 - Carango Twist - Luizinho e seus Dinamites
10. 1960 - Broto feliz (Ahy guy) - Bobby De Carlo
11. 1960 - Dia triste (Blue blue bay) - Mário Augusto
12. 1962 - Procurando meu bem (I'm gonna knock on your door) - Renê Dantas
13. 1963 - Quem me dera (A lonesome heart) – Giane
14. 1960 - Alguém igual a você (If I had a girl) - George Freedman
15. 1960 - Banho de lua - Élcio Alvarez e Sua Orquestra
16. 1960 - Estudante rock - Fernando Costa
17. 1962 - Let's twist again - Orquestra RGE sob dir. Ruben Perez (Pocho)
18. 1960 - Luci - Rossini Pinto
19. 1961 - Vem meu brotinho - Léa Santos
20. 1960 - Meu telefone (Non occupatemi il telefono) - Ari de Oliveira
21. 1962 - Faz tanto tempo - Valter Levita
22. 1960 - Amo você - Gin Castro
23. 1963 - Twist do bebê - Carlos Gonzaga
24. 1960 - Vaqueiros de Marajó (Cavaleiros do céu) - Trigêmeos Vocalistas
25. 1961 - Tome conta do meu amor (Take good care of my baby) - Luiz Cláudio
v.a. - No tempo das 78 RPM - Volume 4
Roberto Carlos, Wanderléa e The Jet Black's são destaques deste quarto volume
Neste quarto volume, vamos encontrar dois nomes que conquistaram a juventude nos anos 60: Roberto Carlos e Wanderléa em suas primeiras gravações. Também encontramos neste volume algumas curiosidades, como o casal de atores Daniel Filho e Dorinha Duval em “Twist em samba de branco” e o cantor Adilson Ramos, que posteriormente faria muito sucesso com “Sonhar contigo”, na época em que era vocalista da banda Os Cometas. Outra curiosidade é a cantora Leny Eversong, dona de um vozeirão incrível, interpretando “Olhando estrelas”, também gravada na época por Roberto Carlos. Não pode ser esquecido ainda o nome de Cleide Alves, contemporânea de Celly Campello, assim com o da banda The Jet Black´s. Quem fazia muito sucesso na época, e se encontra neste volume, é o cantor e compositor Demétrius. Veja a lista completa:
01. 1963 - Pombinha triste - Trio Esperança
02. 1962 - Quero amar – Wanderléa
03. 1963 - Twist no samba de branco - Daniel Filho e Dorinha Duval
04. 1962 - Aula de twist - Jimmy Cruz
05. 1962 - Dang dang - Oliveira e Seus Black Boys
06. 1963 - Bigorrilho - Gracinda Miranda
07. 1962 - Eu quero dançar com você - Wilson Moreira
08. 1963 - Habib twist - Cleide Alves
09. 1962 - Twist do balanço – Canarinho
10. 1962 - Susie - Roberto Carlos
11. 1962 - The Jet - The Jet Black's
12. 1962 - Garota sensação - Adilson Ramos & Os Cometas
13. 1961 - Rosalina - Clério Morais
14. 1962 - Alvorada - Francisco Carlos
15. 1960 - Quero Sonhar [Early to Bed] - Julie Joy
16. 1962 - Twist do brotinho (Let's dance the twist) - Eduardo Araújo
17. 1962 - Sonho de amor - Francisco Ângelo
18. 1960 - Volta (Footsteps) - George Freedman
19. 1963 - Baby – Demetrius
20. 1963 - Como é bom namorar - Vilma Coelho
21. 1960 - Meu anjo azul (My blue angel) - Luiz Cláudio
22. 1961 - Olhando estrelas (Look for a star) - Leny Eversong
23. 1961 - Enrolando o rock - Pocho e Orq. RGE
24. 1962 - Venha cá - Marlene Vilela
25. 1961 - Rapaz solitário (I'm just a lonely boy) - Nilo e Nelo
Neste quarto volume, vamos encontrar dois nomes que conquistaram a juventude nos anos 60: Roberto Carlos e Wanderléa em suas primeiras gravações. Também encontramos neste volume algumas curiosidades, como o casal de atores Daniel Filho e Dorinha Duval em “Twist em samba de branco” e o cantor Adilson Ramos, que posteriormente faria muito sucesso com “Sonhar contigo”, na época em que era vocalista da banda Os Cometas. Outra curiosidade é a cantora Leny Eversong, dona de um vozeirão incrível, interpretando “Olhando estrelas”, também gravada na época por Roberto Carlos. Não pode ser esquecido ainda o nome de Cleide Alves, contemporânea de Celly Campello, assim com o da banda The Jet Black´s. Quem fazia muito sucesso na época, e se encontra neste volume, é o cantor e compositor Demétrius. Veja a lista completa:
01. 1963 - Pombinha triste - Trio Esperança
02. 1962 - Quero amar – Wanderléa
03. 1963 - Twist no samba de branco - Daniel Filho e Dorinha Duval
04. 1962 - Aula de twist - Jimmy Cruz
05. 1962 - Dang dang - Oliveira e Seus Black Boys
06. 1963 - Bigorrilho - Gracinda Miranda
07. 1962 - Eu quero dançar com você - Wilson Moreira
08. 1963 - Habib twist - Cleide Alves
09. 1962 - Twist do balanço – Canarinho
10. 1962 - Susie - Roberto Carlos
11. 1962 - The Jet - The Jet Black's
12. 1962 - Garota sensação - Adilson Ramos & Os Cometas
13. 1961 - Rosalina - Clério Morais
14. 1962 - Alvorada - Francisco Carlos
15. 1960 - Quero Sonhar [Early to Bed] - Julie Joy
16. 1962 - Twist do brotinho (Let's dance the twist) - Eduardo Araújo
17. 1962 - Sonho de amor - Francisco Ângelo
18. 1960 - Volta (Footsteps) - George Freedman
19. 1963 - Baby – Demetrius
20. 1963 - Como é bom namorar - Vilma Coelho
21. 1960 - Meu anjo azul (My blue angel) - Luiz Cláudio
22. 1961 - Olhando estrelas (Look for a star) - Leny Eversong
23. 1961 - Enrolando o rock - Pocho e Orq. RGE
24. 1962 - Venha cá - Marlene Vilela
25. 1961 - Rapaz solitário (I'm just a lonely boy) - Nilo e Nelo
v.a. - No tempo das 78 RPM - Volume 3
Terceiro volume da série traz os primeiros registros de Erasmo Carlos e Eduardo Araújo
A partir deste terceiro volume você encontrará gravações feitas entre 1960 e 1963. Neste volume, em particular, temos algumas curiosidades: a primeira é Zé do Norte, famoso por “Lua Bonita”, que gravou o interessante “Rock do matuto” em 1960, e a segunda é o tremendão Erasmo Carlos em sua estreia no disco como vocalista do The Snakes cantando “Namorando”, gravada também por Cleide Alves. Vale destacar também “o bom” Eduardo Araújo, nem sempre lembrado entre os pioneiros, com seu Rock Cha Cha Cha, assim como Mara Silva (a mesma que está no volume 1), com o excelente “O roque errou”. Por fim, temos o Albert Pavão, autor do livro postado no início desta série, com “Tu e eu”, gravado na Mocambo em 1962, com o nome artístico “Albert”. Escolhi essa gravação para a coletânea pelo fato de ter sido excluída do CD do cantor na série “Classic Collection” – antologia do rock e da Jovem Guarda. Albert é mais lembrado por registros como “Vigésimo andar”, “Remember baby”, “Move it” e outras.
Confira a lista:
01 - 1962 - Vem amor - Osvaldo Nunes
02 - 1962 - Twist big bom – Chiquita
03 - 1960 - Banho de lua (Tintarella di luna) - Francisco Moraes e seu Conjunto
04 - 1960 - Namorando - Erasmo Carlos & The Snakes
05 - 1960 - O roque errou - Mara Silva
06 - 1961 - Brotinho sonhador - Luiz Wanderley
07 - 1962 - Rock cha cha cha - Eduardo Araújo
08 - 1963 - O passo do elefantinho - José Leão
09 - 1962 - Pedro twist - Oliveira e Seus Black Boys
10 - 1960 - Marcianita - Renato Tito e seu conjunto Teleco-Teco
11 - 1962 - Balada do trumpete - Cauby Peixoto
12 - 1962 - Dançando twist - Rossini Pinto
13 - 1960 - Matusquela - Fernando Costa
14 - 1961 - Rock da titia - Regina Maria
15 - 1960 - Rock do matuto - Zé do Norte
16 - 1960 - Jardim do amor - Yeda Maria
17 - 1960 - Dancemos o rock - Os Garotos do Sol
18 - 1963 - Nanci - Valdir Azevedo
19 - 1960 - Pimenta no rock – Pimentinha
20 - 1962 - Solteirinho - Luciano Sena
21 - 1963 - Eu te seguirei (Chariot) - Penha Maria
22 - 1962 - Coração biruta - Clóvis Candal
23 - 1961 - Rosário de amargor - Curió e Canarinho
24 - 1962 - Tu e eu - Albert Pavão
25 - 1963 - Chapeuzinho vermelho - Os Pequenos Cantores da Guanabara
A partir deste terceiro volume você encontrará gravações feitas entre 1960 e 1963. Neste volume, em particular, temos algumas curiosidades: a primeira é Zé do Norte, famoso por “Lua Bonita”, que gravou o interessante “Rock do matuto” em 1960, e a segunda é o tremendão Erasmo Carlos em sua estreia no disco como vocalista do The Snakes cantando “Namorando”, gravada também por Cleide Alves. Vale destacar também “o bom” Eduardo Araújo, nem sempre lembrado entre os pioneiros, com seu Rock Cha Cha Cha, assim como Mara Silva (a mesma que está no volume 1), com o excelente “O roque errou”. Por fim, temos o Albert Pavão, autor do livro postado no início desta série, com “Tu e eu”, gravado na Mocambo em 1962, com o nome artístico “Albert”. Escolhi essa gravação para a coletânea pelo fato de ter sido excluída do CD do cantor na série “Classic Collection” – antologia do rock e da Jovem Guarda. Albert é mais lembrado por registros como “Vigésimo andar”, “Remember baby”, “Move it” e outras.
Confira a lista:
01 - 1962 - Vem amor - Osvaldo Nunes
02 - 1962 - Twist big bom – Chiquita
03 - 1960 - Banho de lua (Tintarella di luna) - Francisco Moraes e seu Conjunto
04 - 1960 - Namorando - Erasmo Carlos & The Snakes
05 - 1960 - O roque errou - Mara Silva
06 - 1961 - Brotinho sonhador - Luiz Wanderley
07 - 1962 - Rock cha cha cha - Eduardo Araújo
08 - 1963 - O passo do elefantinho - José Leão
09 - 1962 - Pedro twist - Oliveira e Seus Black Boys
10 - 1960 - Marcianita - Renato Tito e seu conjunto Teleco-Teco
11 - 1962 - Balada do trumpete - Cauby Peixoto
12 - 1962 - Dançando twist - Rossini Pinto
13 - 1960 - Matusquela - Fernando Costa
14 - 1961 - Rock da titia - Regina Maria
15 - 1960 - Rock do matuto - Zé do Norte
16 - 1960 - Jardim do amor - Yeda Maria
17 - 1960 - Dancemos o rock - Os Garotos do Sol
18 - 1963 - Nanci - Valdir Azevedo
19 - 1960 - Pimenta no rock – Pimentinha
20 - 1962 - Solteirinho - Luciano Sena
21 - 1963 - Eu te seguirei (Chariot) - Penha Maria
22 - 1962 - Coração biruta - Clóvis Candal
23 - 1961 - Rosário de amargor - Curió e Canarinho
24 - 1962 - Tu e eu - Albert Pavão
25 - 1963 - Chapeuzinho vermelho - Os Pequenos Cantores da Guanabara
v.a. - No tempo das 78 RPM - Volume 2
Gravações instrumentais de grandes hits foram constantes ao longo dos anos 50
Assim como o primeiro volume, este também traz gravações realizadas durante os anos 1950. Entre elas, destaca-se o cantor Carlos Gonzaga, que começou no bolero – ritmo da época – e passou a gravar com sucesso versões como “Diana” e “Oh, Carol”. Nessa safra de pioneiros também se encontra a família Corrêa, da qual pertencem “Os Golden Boys”, “Trio Esperança”, “Evinha” e “Marizinha”. Os primeiros a ingressarem no meio artístico foram os Golden Boys, que fizeram enorme sucesso durante os anos 60 na Jovem Guarda. Merece menção outras duas gravações de Rock around the clock, o primeiro rock gravado no Brasil por Nora Ney em 1955, nesta coletânea. A primeira, do mesmo ano, é a versão em português gravada por Heleninha Silveira, e a segunda, de 1957, é a instrumental de Aloísio Figueiredo. Curtam este segundo volume:
01 - 1959 - Mezcal (Menvis) Sílvio Mazzuca e Sua Orquestra
02 - 1957 - Não pise no sapato - Os Cometas
03 - 1959 - Rock do rato - Lourdinha Félix
04 - 1954 - Edmundo (In the mood) - Neide Fraga
05 - 1957 - The green door - Sebastião Gilberto (Pistão)
06 - 1957 - Rock around the clock - Aloísio Figueiredo
07 - 1958 - Darling - Trio Itapoã
08 - 1959 - El bingo rock - Bolão e seus Rockettes
09 - 1957 - Rock'n roll march - Trio Rubi
10 - 1957 - O amor - Carlos Gonzaga
11 - 1959 - Lua azul (Magic moon) - Léo Romano
12 - 1959 - Outro Romance - Golden Boys
13 - 1959 - Como antes (Come prima) - Waldemar Roberto
14 - 1958 - O gondoleiro (Le gondolier) - Neusa Maria
15 - 1959 - Why wait - Chiquinho e sua Orquestra de Danças
16 - 1957 - Mamãe quero dançar - Onilda Figueiredo
17 - 1955 - Ronda das horas (Rock around the clock) Heleninha Silveira
18 - 1958 - Meu coração (The great pretender) - Norma Sueli
19 - 1959 - Stupid cupid - Zezinho e Sua Orquestra
20 - 1957 - Julieta - Anjos do Inferno
21 - 1957 - Bacará - Bola Sete
22 - 1959 - Meu anjo particular - Antônio Alfredo
23 - 1954 - Sh-boom - Trigêmeos Vocalistas
24 - 1959 - O universo (The universe) - Selma Rayol
25 - 1959 - Perdi meu amor (I Lost my love last night) - Agnaldo Rayol
Assim como o primeiro volume, este também traz gravações realizadas durante os anos 1950. Entre elas, destaca-se o cantor Carlos Gonzaga, que começou no bolero – ritmo da época – e passou a gravar com sucesso versões como “Diana” e “Oh, Carol”. Nessa safra de pioneiros também se encontra a família Corrêa, da qual pertencem “Os Golden Boys”, “Trio Esperança”, “Evinha” e “Marizinha”. Os primeiros a ingressarem no meio artístico foram os Golden Boys, que fizeram enorme sucesso durante os anos 60 na Jovem Guarda. Merece menção outras duas gravações de Rock around the clock, o primeiro rock gravado no Brasil por Nora Ney em 1955, nesta coletânea. A primeira, do mesmo ano, é a versão em português gravada por Heleninha Silveira, e a segunda, de 1957, é a instrumental de Aloísio Figueiredo. Curtam este segundo volume:
01 - 1959 - Mezcal (Menvis) Sílvio Mazzuca e Sua Orquestra
02 - 1957 - Não pise no sapato - Os Cometas
03 - 1959 - Rock do rato - Lourdinha Félix
04 - 1954 - Edmundo (In the mood) - Neide Fraga
05 - 1957 - The green door - Sebastião Gilberto (Pistão)
06 - 1957 - Rock around the clock - Aloísio Figueiredo
07 - 1958 - Darling - Trio Itapoã
08 - 1959 - El bingo rock - Bolão e seus Rockettes
09 - 1957 - Rock'n roll march - Trio Rubi
10 - 1957 - O amor - Carlos Gonzaga
11 - 1959 - Lua azul (Magic moon) - Léo Romano
12 - 1959 - Outro Romance - Golden Boys
13 - 1959 - Como antes (Come prima) - Waldemar Roberto
14 - 1958 - O gondoleiro (Le gondolier) - Neusa Maria
15 - 1959 - Why wait - Chiquinho e sua Orquestra de Danças
16 - 1957 - Mamãe quero dançar - Onilda Figueiredo
17 - 1955 - Ronda das horas (Rock around the clock) Heleninha Silveira
18 - 1958 - Meu coração (The great pretender) - Norma Sueli
19 - 1959 - Stupid cupid - Zezinho e Sua Orquestra
20 - 1957 - Julieta - Anjos do Inferno
21 - 1957 - Bacará - Bola Sete
22 - 1959 - Meu anjo particular - Antônio Alfredo
23 - 1954 - Sh-boom - Trigêmeos Vocalistas
24 - 1959 - O universo (The universe) - Selma Rayol
25 - 1959 - Perdi meu amor (I Lost my love last night) - Agnaldo Rayol
sábado, 28 de maio de 2011
v.a. - No tempo das 78 RPM - Volume 1
Primeiro volume da série contempla gravações realizadas entre os anos de 1953 e 1959
Este primeiro volume reúne gravações feitas entre 1953 e 1959. A intenção da série não foi o de reunir raridades. Não quis deixar de fora os irmãos Celly e Tony Campello, primeiros ídolos do rock nacional, já que suas gravações da época foram editadas até em CD. Mas deixei de lado o registro feito por Nora Ney de “Rock around the clock”, o primeiro rock gravado no Brasil, fácil de encontrar, e colocar em seu lugar a desconhecida gravação feita por Frontera no mesmo ano de 1955. Em compensação, a série traz algumas curiosidades. Uma delas é a apresentadora Hebe Camargo cantando o rock “Serafim”, uma versão de O Josephin, e a outra é Cauby Peixoto na inusitada “Bibape do Ceará” (Be Bop no Ceará), gravada em 1956, que mistura baião e rock, fórmula copiada por Mara Silva em “Sou a tal”, de 1957, e posteriormente resgatada por Raul Seixas. Confira a lista:
01 - 1958 - Tequila - Araci Costa
02 - 1958 - Cerveza - Sílvio Mazzuca e sua Orquestra
03 - 1954 - Edmundo (In the mood) - Bando da Lua
04 - 1958 - Cha hua hua - Luizinho e Seu Conjunto
05 - 1958 - Short shorts - Bolão e seus Rockettes
06 - 1959 - Estúpido cupido (Stupid cupid) - Celly Campello
07 - 1959 - Lacinhos cor-de-rosa (Pink shoe laces) - Os Vocalistas Modernos
08 - 1959 - Sonho maluco - Marita Luizi
09 - 1958 - The Tennesse rock n' roll - Duda e seu Ritmo
10 - 1957 - Ski-rock ski-rool - Os Cometas
11 - 1959 - Aula de inglês em rock - Regina Célia
12 - 1958 - Claudete - Mário Augusto
13 - 1958 - Serafim (O Josephin) - Hebe Camargo
14 - 1959 - A zoo rock - Luiz França
15 - 1959 - Brotinho Lili - Cizinha Moura
16 - 1955 - A ronda das horas (Rock around the clock) - Frontera
17 - 1959 - Escola de rock (Swingin' school) - Tony Campello
18 - 1957 - Sou a tal - Mara Silva
19 - 1956 - Bibape do Ceará (Be Bop no Ceará) - Cauby Peixoto
20 - 1958 - Patrícia - Emilinha Borba
21 - 1953 - Jambalaya (On the bayou) - Neide Fraga
22 - 1957 - Papai dança rock (Rock and roll waltz) - Trio Itapoã
23 - 1959 - Personality - Osvaldo Rodrigues
24 - 1959 - O herói da lambreta - Jairo Aguiar
25 - 1957 - Brasil rock - Carolina Cardoso de Menezes
Este primeiro volume reúne gravações feitas entre 1953 e 1959. A intenção da série não foi o de reunir raridades. Não quis deixar de fora os irmãos Celly e Tony Campello, primeiros ídolos do rock nacional, já que suas gravações da época foram editadas até em CD. Mas deixei de lado o registro feito por Nora Ney de “Rock around the clock”, o primeiro rock gravado no Brasil, fácil de encontrar, e colocar em seu lugar a desconhecida gravação feita por Frontera no mesmo ano de 1955. Em compensação, a série traz algumas curiosidades. Uma delas é a apresentadora Hebe Camargo cantando o rock “Serafim”, uma versão de O Josephin, e a outra é Cauby Peixoto na inusitada “Bibape do Ceará” (Be Bop no Ceará), gravada em 1956, que mistura baião e rock, fórmula copiada por Mara Silva em “Sou a tal”, de 1957, e posteriormente resgatada por Raul Seixas. Confira a lista:
01 - 1958 - Tequila - Araci Costa
02 - 1958 - Cerveza - Sílvio Mazzuca e sua Orquestra
03 - 1954 - Edmundo (In the mood) - Bando da Lua
04 - 1958 - Cha hua hua - Luizinho e Seu Conjunto
05 - 1958 - Short shorts - Bolão e seus Rockettes
06 - 1959 - Estúpido cupido (Stupid cupid) - Celly Campello
07 - 1959 - Lacinhos cor-de-rosa (Pink shoe laces) - Os Vocalistas Modernos
08 - 1959 - Sonho maluco - Marita Luizi
09 - 1958 - The Tennesse rock n' roll - Duda e seu Ritmo
10 - 1957 - Ski-rock ski-rool - Os Cometas
11 - 1959 - Aula de inglês em rock - Regina Célia
12 - 1958 - Claudete - Mário Augusto
13 - 1958 - Serafim (O Josephin) - Hebe Camargo
14 - 1959 - A zoo rock - Luiz França
15 - 1959 - Brotinho Lili - Cizinha Moura
16 - 1955 - A ronda das horas (Rock around the clock) - Frontera
17 - 1959 - Escola de rock (Swingin' school) - Tony Campello
18 - 1957 - Sou a tal - Mara Silva
19 - 1956 - Bibape do Ceará (Be Bop no Ceará) - Cauby Peixoto
20 - 1958 - Patrícia - Emilinha Borba
21 - 1953 - Jambalaya (On the bayou) - Neide Fraga
22 - 1957 - Papai dança rock (Rock and roll waltz) - Trio Itapoã
23 - 1959 - Personality - Osvaldo Rodrigues
24 - 1959 - O herói da lambreta - Jairo Aguiar
25 - 1957 - Brasil rock - Carolina Cardoso de Menezes
Albert Pavão: "Rock brasileiro - 1955/1965"
Albert Pavão foi um dos pioneiros do rock brasileiro ao lado da irmã Meire Pavão
Aqui está uma repostagem. Como assim?
Explico: antes de criar este espaço, eu colaborava com blogs que visitava e baixava alguns discos. Um deles foi o “Túnel do Tempo”, do amigo Djair, lá do Ceará, que infelizmente desativou o blog em dezembro de 2010, mas mantém o webrádio no ar. Lá, foi iniciada a postagem da série intitulada “No tempo das 78 RPM”, contemplando os pioneiros do rock brasileiro, com gravações que cobrem o período de 1953/1963. Os quatro primeiros volumes foram postados e não houve tempo para o quinto e último, uma vez que o blog foi desativado.
Achei que, por não estar mais disponível na net, eu deveria recuperá-la. Também entendo que esse material seria muito mais interessante se fornecesse um pouco de história, divulgando fatos desse período. Foi aí que me lembrei do livro “Rock Brasileiro – 1955/1965 (Trajetória, personagens e discografia), lançado há quase 20 anos pelo cantor Albert Pavão, irmão da saudosa Meire Pavão e filho do maestro Theotônio Pavão. Parte das músicas que se encontra na discografia apresentada no livro está na série postada na sequência. Assim, ao recuperar parte das primeiras gravações do rock nacional, nada como conhecer um pouco mais sobre o período em que foram gravadas por quem viveu a época e conviveu com parte dos personagens presentes neste livro: o próprio Albert Pavão.
No prefácio, ele explica: “Este livro focaliza a música jovem feita no Brasil no período 1955/65 e está dividido em 3 partes: trajetória, personagens e discografia do rock brasileiro. Inicialmente é abordado o surgimento do rock and roll nos Estados Unidos, no começo dos anos 50, sua chegada ao Brasil, os primeiros roqueiros brasileiros, até se chegar ao ano de 1965, quando o programa de TV Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos, consagra o rock patrício como campeão de popularidade. Em seguida, são apresentados os principais protagonistas da história do rock tupiniquim, dos pioneiros até a turma do “lê-iê-iê”. Finalmente, uma discografia bastante abrangente, que foi elaborada com a participação dos principais colecionadores de discos de rock do Rio de Janeiro e que registra cerca de 400 intérpretes que gravaram rock, correspondendo a mais de 5.000 gravações”. Na sequência, Pavão informa que o principal objetivo do livro é o de resgatar fatos e nomes dessa fase pouco estudada pelos críticos musicais e historiadores de rock.
Leitura obrigatória para todos.
Aqui está uma repostagem. Como assim?
Explico: antes de criar este espaço, eu colaborava com blogs que visitava e baixava alguns discos. Um deles foi o “Túnel do Tempo”, do amigo Djair, lá do Ceará, que infelizmente desativou o blog em dezembro de 2010, mas mantém o webrádio no ar. Lá, foi iniciada a postagem da série intitulada “No tempo das 78 RPM”, contemplando os pioneiros do rock brasileiro, com gravações que cobrem o período de 1953/1963. Os quatro primeiros volumes foram postados e não houve tempo para o quinto e último, uma vez que o blog foi desativado.
Achei que, por não estar mais disponível na net, eu deveria recuperá-la. Também entendo que esse material seria muito mais interessante se fornecesse um pouco de história, divulgando fatos desse período. Foi aí que me lembrei do livro “Rock Brasileiro – 1955/1965 (Trajetória, personagens e discografia), lançado há quase 20 anos pelo cantor Albert Pavão, irmão da saudosa Meire Pavão e filho do maestro Theotônio Pavão. Parte das músicas que se encontra na discografia apresentada no livro está na série postada na sequência. Assim, ao recuperar parte das primeiras gravações do rock nacional, nada como conhecer um pouco mais sobre o período em que foram gravadas por quem viveu a época e conviveu com parte dos personagens presentes neste livro: o próprio Albert Pavão.
No prefácio, ele explica: “Este livro focaliza a música jovem feita no Brasil no período 1955/65 e está dividido em 3 partes: trajetória, personagens e discografia do rock brasileiro. Inicialmente é abordado o surgimento do rock and roll nos Estados Unidos, no começo dos anos 50, sua chegada ao Brasil, os primeiros roqueiros brasileiros, até se chegar ao ano de 1965, quando o programa de TV Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos, consagra o rock patrício como campeão de popularidade. Em seguida, são apresentados os principais protagonistas da história do rock tupiniquim, dos pioneiros até a turma do “lê-iê-iê”. Finalmente, uma discografia bastante abrangente, que foi elaborada com a participação dos principais colecionadores de discos de rock do Rio de Janeiro e que registra cerca de 400 intérpretes que gravaram rock, correspondendo a mais de 5.000 gravações”. Na sequência, Pavão informa que o principal objetivo do livro é o de resgatar fatos e nomes dessa fase pouco estudada pelos críticos musicais e historiadores de rock.
Leitura obrigatória para todos.
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Chico
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Jingle do Café Seleto: Depois de um sono bom
Música tema do Café Seleto fez grande sucesso na propaganda brasileira nos anos 1970
Comercial mais famoso foi protagonizado em 1974 por grupo de crianças num cafezal
Composto por Arquimedes Messina, jingle foi gravado até por coral de crianças em japonês
Este blog, como deu pra perceber, preza pelo ecletismo e por curiosidades musicais. Uma delas é o jingle do Café Seleto, criado por Arquimedes Messina, um dos mais importantes compositores da publicidade brasileira.
É dele outros clássicos da propaganda – como “Urashima Taru” e “Seu Cabral”, da Varig, do final dos anos 60 – além de ser o autor do tema de abertura do programa Silvio Santos (Agora é hora de alegria/ Vamos sorrir e cantar/ Do mundo não se leva nada ...).
O tema do Café Seleto foi lançado em 1974 e várias versões foram usadas por 20 anos em diversas oportunidades pela empresa. Até um single foi lançado em 1978 - sem dúvida, uma prova do sucesso desta peça publicitária que, entre a garotada, ganhava inúmeras paródias, como "É Café Concreto/Que a mamãe prepara/Namorando o vizinho...".
Aqui estão reunidas seis versões, com destaque para o curioso registro em japonês, a famosa gravação com o coral de crianças e a interpretada pela cantora Clélia Simone, com impressionante voz infantil.
01. Versão em Japonês
02. Coral Infantil
03. Clélia Simone
04. Órgão
05. Versão Tango
06. Versão Piano elétrico
Comercial mais famoso foi protagonizado em 1974 por grupo de crianças num cafezal
Composto por Arquimedes Messina, jingle foi gravado até por coral de crianças em japonês
Este blog, como deu pra perceber, preza pelo ecletismo e por curiosidades musicais. Uma delas é o jingle do Café Seleto, criado por Arquimedes Messina, um dos mais importantes compositores da publicidade brasileira.
É dele outros clássicos da propaganda – como “Urashima Taru” e “Seu Cabral”, da Varig, do final dos anos 60 – além de ser o autor do tema de abertura do programa Silvio Santos (Agora é hora de alegria/ Vamos sorrir e cantar/ Do mundo não se leva nada ...).
O tema do Café Seleto foi lançado em 1974 e várias versões foram usadas por 20 anos em diversas oportunidades pela empresa. Até um single foi lançado em 1978 - sem dúvida, uma prova do sucesso desta peça publicitária que, entre a garotada, ganhava inúmeras paródias, como "É Café Concreto/Que a mamãe prepara/Namorando o vizinho...".
Aqui estão reunidas seis versões, com destaque para o curioso registro em japonês, a famosa gravação com o coral de crianças e a interpretada pela cantora Clélia Simone, com impressionante voz infantil.
01. Versão em Japonês
02. Coral Infantil
03. Clélia Simone
04. Órgão
05. Versão Tango
06. Versão Piano elétrico
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Chico
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Fábio Stella - Singles e Raridades
Fábio Stella gravou discos na RGE, RCA Victor, Polydor, Continental e EMI-Odeon
Coletânea reúne nove compactos simples, um duplo e participações especiais do cantor
Depois da postagem com as músicas do primeiro single e do LP de estreia do cantor e compositor Fábio, nada mais legal do que trazer as gravações lançadas em singles e participações especiais. Após deixar a RCA Victor e alcançar, em 1970, o terceiro lugar no V FIC - Festival Internacional da Canção com a música "Encouraçado", de Sueli Costa e Tite de Lemos, sendo premiado como melhor interprete, Fábio partiu para a Polydor. Lá, gravou o segundo LP (“Los Frutos de mi tierra”), em 1972, e três compactos, um dos quais com “Julia”, do VI FIC, em que foi novamente eleito melhor intérprete, e outro com um artista de cada lado: Fábio, com “Corpo a Corpo”, e Os Mutantes, com “Mande um abraço pra velha”, ambas do VII FIC.
Na sequência, foi para a Continental, onde gravou alguns compactos entre 1973 e 1975. Depois, na Odeon, voltou a reencontrar o sucesso com duas gravações: “Até parece que foi sonho”, em dueto com Tim Maia, e “Velho camarada”, com Hyldon e Tim Maia, novamente. Foi nessa época que, influenciado pela onda disco, chegou a gravar para as pistas das discotecas. Entre os destaques desta coletânea estão “Rosinha”, faixa presente no Lp de 1969 da A Turma do Embalo, um projeto de Carlos Imperial, e “Cavalheiros andantes”, gravada em 1985 no LP de Silvio César, lançado pela CID, sem contar a minha ousadia de incluir o jingle da Rádio Globo na faixa "Se o rádio não toca", de Raul Seixas.
Fábio tem composições gravadas por vários artistas, como Tim Maia, Wanderléa, Vanusa, Wanderley Cardoso, Sandra de Sá e outros. Recentemente a gravadora Trama relançou o CD Tim Maia Racional, trabalho este dos idos de 1974 em que consta uma música de sua autoria, "Quer queira quer não queira". Depois de um tempo em recesso, Fábio voltou em 2007 com um novo e bom álbum, “Meu Jovem Amigo”, com repertório autoral. A faixa-título é um recado a Tim. Entre inusitado bolero, Inolvidable, o repertório inclui regravações de Risos (parceria de Fábio com Paulo Imperial, gravada por Tim Maia nos anos 70), “Socorro nosso amor está morrendo” (gravado por Wanderley Cardoso) e Preciso Urgentemente Falar com Cassiano, tema cujo título é um recado para o outro grande gênio temperamental da soul music nacional. Agora, a boa é curtir essas raridades, e esperar por novos trabalhos de Fábio Stella, pois ele faz falta para os amantes da boa música.
01. 1971 - Julia - VI FIC
02. 1971 - A volta do corisco
03. 1971 - América geral
04. 1971 - Tudo pode acontecer
05. 1974 - Bloco dos náufragos
06. 1974 - As aventuras de um certo capitão Blue
07. 1974 - Superstar
08. 1974 - Se o rádio não toca (com vinheta da Rádio Globo)
09. 1975 - Adios San Juan de Puerto Rico
10. 1975 - Sangue cigano
11. 1977 - Sábado à noite
12. 1977 - Roupa suja
13. 1978 - Você queima como fogo (Fire, baby I´m fire)
14. 1978 - Venha
15. 1979 - Até parece que foi sonho (com Tim Maia)
16. 1979 - Onde esta você
17. 1980 - Confesso que vivi
18. 1980 - Das manhãs, dos campos, das flores
19. 1980 - Velho camarada (com Tim Maia & Hyldon)
20. 1980 - Raio de sol
21. 1981 - Boas novas
22. 1981 - Ponto de partida
23. 1972 - Corpo a corpo - VII FIC
24. 1985 - Cavalheiros andantes (com Silvio Cesar)
25. 1969 - Rosinha (com A Turma do Embalo)
Coletânea reúne nove compactos simples, um duplo e participações especiais do cantor
Depois da postagem com as músicas do primeiro single e do LP de estreia do cantor e compositor Fábio, nada mais legal do que trazer as gravações lançadas em singles e participações especiais. Após deixar a RCA Victor e alcançar, em 1970, o terceiro lugar no V FIC - Festival Internacional da Canção com a música "Encouraçado", de Sueli Costa e Tite de Lemos, sendo premiado como melhor interprete, Fábio partiu para a Polydor. Lá, gravou o segundo LP (“Los Frutos de mi tierra”), em 1972, e três compactos, um dos quais com “Julia”, do VI FIC, em que foi novamente eleito melhor intérprete, e outro com um artista de cada lado: Fábio, com “Corpo a Corpo”, e Os Mutantes, com “Mande um abraço pra velha”, ambas do VII FIC.
Na sequência, foi para a Continental, onde gravou alguns compactos entre 1973 e 1975. Depois, na Odeon, voltou a reencontrar o sucesso com duas gravações: “Até parece que foi sonho”, em dueto com Tim Maia, e “Velho camarada”, com Hyldon e Tim Maia, novamente. Foi nessa época que, influenciado pela onda disco, chegou a gravar para as pistas das discotecas. Entre os destaques desta coletânea estão “Rosinha”, faixa presente no Lp de 1969 da A Turma do Embalo, um projeto de Carlos Imperial, e “Cavalheiros andantes”, gravada em 1985 no LP de Silvio César, lançado pela CID, sem contar a minha ousadia de incluir o jingle da Rádio Globo na faixa "Se o rádio não toca", de Raul Seixas.
Fábio tem composições gravadas por vários artistas, como Tim Maia, Wanderléa, Vanusa, Wanderley Cardoso, Sandra de Sá e outros. Recentemente a gravadora Trama relançou o CD Tim Maia Racional, trabalho este dos idos de 1974 em que consta uma música de sua autoria, "Quer queira quer não queira". Depois de um tempo em recesso, Fábio voltou em 2007 com um novo e bom álbum, “Meu Jovem Amigo”, com repertório autoral. A faixa-título é um recado a Tim. Entre inusitado bolero, Inolvidable, o repertório inclui regravações de Risos (parceria de Fábio com Paulo Imperial, gravada por Tim Maia nos anos 70), “Socorro nosso amor está morrendo” (gravado por Wanderley Cardoso) e Preciso Urgentemente Falar com Cassiano, tema cujo título é um recado para o outro grande gênio temperamental da soul music nacional. Agora, a boa é curtir essas raridades, e esperar por novos trabalhos de Fábio Stella, pois ele faz falta para os amantes da boa música.
01. 1971 - Julia - VI FIC
02. 1971 - A volta do corisco
03. 1971 - América geral
04. 1971 - Tudo pode acontecer
05. 1974 - Bloco dos náufragos
06. 1974 - As aventuras de um certo capitão Blue
07. 1974 - Superstar
08. 1974 - Se o rádio não toca (com vinheta da Rádio Globo)
09. 1975 - Adios San Juan de Puerto Rico
10. 1975 - Sangue cigano
11. 1977 - Sábado à noite
12. 1977 - Roupa suja
13. 1978 - Você queima como fogo (Fire, baby I´m fire)
14. 1978 - Venha
15. 1979 - Até parece que foi sonho (com Tim Maia)
16. 1979 - Onde esta você
17. 1980 - Confesso que vivi
18. 1980 - Das manhãs, dos campos, das flores
19. 1980 - Velho camarada (com Tim Maia & Hyldon)
20. 1980 - Raio de sol
21. 1981 - Boas novas
22. 1981 - Ponto de partida
23. 1972 - Corpo a corpo - VII FIC
24. 1985 - Cavalheiros andantes (com Silvio Cesar)
25. 1969 - Rosinha (com A Turma do Embalo)
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