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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Martinha - Singles & Raridades

Coletânea prioriza gravações da Martinha lançadas em singles e em projetos especiais

Martha Vieira Figueiredo Cunha ou simplesmente Martinha, como todos a conhecem, faz aniversário nesta quinta-feira, 30 de junho. Decidi homenageá-la com esta postagem que reúne canções lançadas em singles, projetos especiais e participações em discos de amigos. Um dos destaques é “Se ela voltar”, gravada em dueto com Wanderley Cardoso, que a convidou em 2005 para o show no qual comemora 40 anos de carreira. A apresentação da cantora só está presente em DVD, e portanto é inédita em CD. Martinha, apesar do grande sucesso na Jovem Guarda, teve mais êxito nos países de língua espanhola do que no Brasil, tanto que no início dos anos 70 morou e gravou discos na Espanha.

A artista, autora de “Eu daria a minha vida”, sua primeira composição aos 18 anos, teve inúmeros sucessos ao longo da carreira, apesar de afastada dos estúdios. Começou a carreira em 1967 pelas mãos de Roberto Carlos, que ficou impressionado com o talento e com sua voz diferenciada. Por isso, a sua primeira gravação, intitulada “Barra limpa”, é uma homenagem ao rei. Inúmeros artistas, como o próprio Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Fafá de Belém, Leandro & Leonardo, Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, entre outros, já incluíram suas músicas no respectivo repertório. Ela mesma admite que é mais compositora do que cantora. Martinha continua na ativa e sua mais recente apresentação foi no espetáculo “Emoções Sertanejas”, no qual interpreta “Alô”, faixa que encerra esta coletânea. Confira a lista completa:

01. 1975 - Deixe-me chorar
02. 1978 - Eu quero a América do Sul
03. 1985 - Agora, não
04. 1982 - Cama vazia
05. 1972 - Maria Madalena (com Agnaldo Rayol)
06. 1972 - Minha vida
07. 1995 - Nossa canção
08. 1995 - Última canção
09. 1985 - Quatro paredes
10. 1972 - Homem, vida e morte
11. 1973 – Ironia
12. 1973 – Fantasia
13. 1978 – Ele
14. 1986 - Não conte a ninguém (com César Augusto)
15. 1986 – Aqui (com Luiz Geraldo)
16. 2000 – Coimbra
17. 2000 - Jogo de damas
18. 1982 - Eu quero ser uma mulher
19. 1996 - pout-pourri (ao vivo)
20. 1996 - Aqui (com Sylvinha Araújo)
21. 2005 - Se ela voltar (Com Wanderley Cardoso)
22. 2010 - Alô

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Eliana Pittman - Single espanhol (1976)

Canções estão incluídas na trilha sonora do filme espanhol "La menor", de Pedro Maso


Eis um single muito legal da Eliana Pittman, gravado em 1976 e lançado no mercado espanhol em 1977. As duas canções, conforme revela a contracapa do disco de 45 RPM, são da trilha sonora do filme “La menor” (“A menor”), de Pedro Maso. A cantora, pelo que constatei, foi uma das estrelas desse filme espanhol, e atuou também na produção norte-americana “Capitães de areia”.

A cantora e atriz - que em 2010 participou da novela global “Tempos Modernos” - iniciou sua carreira em 1961 ao lado do saxofonista norte-americano Booker Pittman, seu padrasto, mas não demorou muito para seguir carreira solo. Fez shows no Brasil e no exterior, sendo que na década de 1970 emplacou vários sucessos, como “Das 200 para lá”, “Vou pular neste carnaval” e “Mistura de carimbó”, entre outras. Chegou até a receber o título de "Rainha do Carimbó". Ao longo de sua carreira, gravou mais de vinte discos, muitos deles lançados em diversos países, e ganhou variados prêmios. Confira:

Lado 1 – No todo esta perdido (Nem tudo está perdido)
(Edson – Aloísio – versão esp. Gabino Correa)

Lado 2 – Mistura de carimbó nº 1
a) Sinhá pureza (Pinduca – vers. Esp. Pepe Ávila)
b) Carimbo no mato (adapt. Eliana Pittman – vers. esp. Pepe Ávila)

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Eduardo Dusek: Duetos

Além de duetos, a coletânea contempla ouvinte com material inédito em vinil ou CD

As informações relativas a Eduardo Dusek estão na postagem anterior. Como disse, as faixas fazem parte de um “pacote musical” fornecido pelo amigo Tito, do blog Suco de Sulcos. Quero esclarecer que o título “Duetos” para esta coletânea é, digamos assim, uma forçada de barra da minha parte, pois mais da metade do repertório é de performance individual. Mas essa foi a alternativa que encontrei para não desperdiçar o excelente material que o Tito mandou. As oito primeiras faixas foram efetivamente lançadas em vinil ou CD, sendo que as 12 restantes são inéditas em disco, pois foram extraídas de apresentações do cantor e compositor na TV. É ou não é uma maravilha?

Confira a lista:

01. Análise Descontraída (com Erasmo Carlos)
02. Cobra Venenosa (com Leo Jaime)
03. Realce (com Sandra Sá)
04. Cochichando (com Zezé Gonzaga)
05. Fala Baixinho (com Zezé Gonzaga)
06. Esfinge (com Leandro Braga)
07. Sabiá (com Leandro Braga)
08. Imaginem (com Toquinho)
09. Singapura (com Cida Moreira)
10. Castelo dos Horrores (com Zé do Caixão)

BÔNUS

11. As Pastorinhas
12. Cantores do Rádio
13. Todo Mundo Nu
14. Ô Pitanguy
15. Tapa na Pantera
16. Chiquita Bacana + Pirata da perna de pau + Vai com Jeito
17. A Índia e o Traficante
18. Waldirene, a Paranormal
19. O Homem Que Matava Marajás
20. Brega & Chique

Eduardo Dusek: Singles & Raridades

Composições de Eduardo Dusek aliam sátira e bom humor em letras bem estruturadas

Nada como começar a semana com alegria e bom humor, valores presentes na arte do talentoso Eduardo Dusek. A postagem é mais uma contribuição do nosso amigo Tito, lá do blog Suco de Sulcos, especializado em coletâneas internacionais de blues, rock 50’s e 60’s, country-rock e muito folk, a quem agradeço muito. Ele me enviou material para dois CDs. São faixas que não constam em nenhum LP ou CD do Dusek. Neste primeiro CD estão gravações lançadas em compactos, projetos especiais e participações especiais.

Eduardo Dusek, nascido no primeiro dia do ano, começou a carreira artística como pianista de peças de teatro aos quinze anos, quando estudava na Escola Nacional de Música. Mais tarde passou a compor suas próprias canções e a partir de 1978 já tinha músicas gravadas por nomes de peso da MPB, como As Frenéticas (o samba "Vesúvio"), Ney Matogrosso (o fox "Seu tipo") e Maria Alcina (o frevo "Folia no Matagal", dois anos depois regravada por Ney Matogrosso) - todas em parceria com Luís Carlos Góis.

Em 1980, participou do festival MPB Shell da Rede Globo cantando apenas de cueca a debochada canção "Nostradamus", que não se classificou mas ficou conhecida pelo público. Por essa época gravou o primeiro LP, "Olhar Brasileiro". Mas o estouro sucesso viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop-rock, no LP "Cantando no Banheiro!, com "Barrados no Baile" (com Luís Carlos Góis), "Cabelos Negros" (Com Luiz Antonio de Cássio) e "Rock da Cachorra" (Léo Jaime).

Dois anos depois, notabilizou-se com o LP "Brega-chique", cuja faixa-título, mais conhecida como "Doméstica", fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época. Em 1986, lançou "Dusek na sua", com "Aventura" e com "Eu Velejava em Você", e três anos depois voltou à cena com o musical "Loja de Horrores". Nos anos 90, afastado da função de cantor, interpretou a personagem do Capitão-Mor Gonçalo na novela "Xica da Silva", da extinta Rede Manchete. Atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor, um deles sobre Carmen Miranda, de quem recebeu muita influência, principalmente por incluir marchinhas no repertório. Confira a lista:

01. Piccadilly Rock
02. Castigo
03. O Feio
04. Índio e Cowboy
05. 1 + 1 é Bom Demais
06. Tá-Hi
07. Alô Alô Brasil
08. Tamanho Não é Documento
09. Bárbara
10. É Proibido Afinar o Piano
11. Gula
12. O Que é Que Eu Dou
13. Caluda, Tamborins
14. Mulata Assanhada
15. Happy Hour
16. Velho Bode
17. Primavera Nos Dentes
18. Amor E Bombas
19. Quem Dá Mais
20. Que Rei Sou Eu
21. Sou Eu
22. Nem Tanto Tempo Assim
23. Trocando em miúdos

domingo, 26 de junho de 2011

Fábio Jr - Single espanhol (1985)

Single traz um dos maiores sucessos do Fábio Junior nos paises de lingua espanhola

Sabe aquele disco que a gente compra e quando vai ouvir constata que foi enganado? Este disco do Fábio Jr, fabricado na Espanha em 1985, é um exemplo do que estou falando. Eu sempre gostei de ouvir canções do mesmo artista em outros idiomas. Não é por acaso que já postei no blog três coletâneas de músicas da Jovem Guarda em castelhano.

Quando vi este single à venda no Ebay, eu o comprei na certeza de que o disco traria duas músicas – “Que no se acabe el mundo” e “Razoavelmente sensível” – conforme assinala a contracapa. Para o meu espanto, o disco é promocional e só traz o Lado 1, sendo que o 2 é literalmente liso, impossível de se executado, conforme mostram os dois selos que se encontram na pasta.

É claro que, para os colecionadores e fãs do cantor, o disco se transforma em peça rara, e talvez por isso tenha até um preço mais elevado no mercado negro. Assim, para atender ao pedido de uma amiga, fã do cantor que pediu para não ser identificada, estou postando o single completo, com as duas faixas, pois consegui extrair a música do Lado 2 do LP lançado no Brasil. Confira:

Lado 1 – Que no se acabe el mundo
Lado 2 – Razoavelmente sensível

sábado, 25 de junho de 2011

Sylvinha Araújo: Duetos

Sylvinha também fez sucesso no mercado publicitário com centenas de jingles gravados

A postagem neste sábado, 25 de junho, é um tributo à memória da cantora Sylvinha Araújo, falecida há exatos três anos. Como expliquei na postagem anterior, o plano para homenageá-la seria reunir as canções que não constam em nenhum LP ou CD da cantora. No entanto, as faixas disponíveis superaram a capacidade de um CD, e achei melhor separá-las em dois discos, um com singles e raridades, e outro de duetos.

Destacam-se nesta coletânea os duetos que Sylvinha faz com Moacyr Franco, Cláudya, Dominguinhos, Daniel, bispo Marcelo Crivella e padre Antonio Maria. São faixas do disco “Suave é a noite”, no qual a cantora celebra 35 anos de carreira. O eterno marido, Eduardo Araújo – que considero um dos três maiores roqueiros do Brasil, ao lado de Raul Seixas e Erasmo Carlos – não poderia faltar e está presente no Medley Rock’n’Roll, gravado com Peruzzi e sua banda jovem. São quase 10 minutos de puro rock, dos quais foram extraídas e editadas duas faixas – “Jambalaya” e “Vou botar pra quebrar” - para a seleção “Singles e Raridades” da cantora. A faixa “Pensando nela”, com Dom Beto, também não é oficial. Foi extraída e editada de uma participação da Sylvinha no programa “Balancê”, em 20 de novembro de 1981, no Sistema Globo de Rádio. Finalmente, as três faixas bônus são as participações da cantora durante o show comemorativo aos 30 anos da Jovem Guarda. Confira a lista completa:

01. Te quero ouro (com Dominguinhos)
02. Prometo te amar para sempre (com Daniel)
03. Para sempre te amarei (com Padre Zezinho)
04. Suave é a noite (com Moacyr Franco)
05. Diz pra mim (com Cláudya)
06. A luz do Senhor (com Bispo Marcelo Crivela e Padre Antonio Maria)
07. Você é um perigo (com Meia Soquete)
08. Medley Rock’n’Roll (com Eduardo Araújo e Peruzzi e sua Banda Jovem)
09. Pensando nela (com Dom Beto)
10. Eu já nem sei (com grupo Raça Negra)
11. Aqui (com Martinha)
12. How can I go on (com Zezé Di Camargo & Luciano)
13. Pout-pourri de músicas natalinas (com Quarteto 4 x 4)

BÔNUS

14. Custe o que custar
15. Splish splash
16. Estúpido cupido & Banho de lua

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Sylvinha Araújo: Singles & Raridades

Coletânea privilegia gravações lançadas em compactos e projetos especiais da cantora

Há exatos três anos, o Brasil foi surpreendido pela triste notícia sobre o falecimento da cantora Sylvinha Araújo, aos 56 anos, em decorrência de um câncer de mama, doença com a qual convivia desde 1996. Lembrei-me da data - coincidentemente a mesma da morte de Michael Jackson em 2009 - e achei que deveria homenageá-la com esta postagem. A ideia seria reunir as canções que não constam em nenhum LP ou CD da cantora. No entanto, as faixas disponíveis superaram a capacidade de um CD, e achei melhor separá-las em dois discos, um com singles e raridades, e outro de duetos.

Um dos destaques nesta coletânea é a faixa de abertura do disco. Jambalaya, na verdade, foi gravada no pout-pourri que a cantora fez em 1967 com Eduardo Araújo no LP de Peruzzi e sua Banda Jovem. Tomei a liberdade de editar e transformá-la numa única gravação. Acho que o resultado ficou interessante. A música seguinte “Vou botar pra quebrar” também foi extraída deste mesmo pout-pourri. Outro destaque é “Deus Noel”, inédita em disco, composta por Erasmo Carlos e Raul Monteiro, que Sylvinha Araújo gravou e disponibilizou para download em seu site.

Sylvinha foi uma das principais artistas da Jovem Guarda, ao lado de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, Martinha, Ronnie Von, Renato e seus Blue Caps, Golden Boys, Os Incríveis e outros, como o próprio marido, Eduardo Araújo, um dos pioneiros do rock brasileiro. Iniciou a carreira ainda adolescente, aos 15 anos, quando gravou o seu primeiro disco, o compacto simples pela Odeon com as músicas "Vou botar pra quebrar" e "Feitiço de broto", ambas de Carlos Imperial. Foi, porém, com "Minha primeira desilusão" lançada em 1968 que a cantora atingiu as primeiras colocações nas paradas de sucesso, permanecendo entre as mais vendidas por aproximadamente dois anos.

A cantora nasceu em Mariana (MG) e tinha dois filhos, Eduardo e Mônica. Além do sucesso como cantora, a artista também obteve êxito como intérprete de jingles a partir de 1978, contabilizando mais de 2 mil gravações ao longo de 20 anos. Chegou, nesse período, a participar do conjunto vocal "4 x 4", grupo criado por Edgard Gianullo, que contava ainda com Ângela Márcia e Faud Salomão, todos cantores de jingles. Além dos clássicos da música brasileira e internacional, o quarteto gravou incontáveis jingles, para campanhas como Credicard, Fermento Royal, Gelatina Royal, dentre vários outros.

Em parceria com o marido, abriu a gravadora "Number One" e lançou mais dois CDs – “Kinema” e "Suave é a Noite" – sendo que neste último comemora 35 anos de carreira, com participações especiais de Moacyr Franco, Dominguinhos, Claudya, Daniel e Zezé Di Camargo e Luciano. "Quis esse disco porque nunca perdi a esperança de voltar para os palcos e gravar uma coisa minha. Agora sou dona do meu produto, faço o que quero e estou feliz", disse Sylvinha na época, após deixar de lado a carreira no mercado publicitário. Desde 1996, a artista vinha lutando contra um câncer de mama e, mesmo enferma, continuava cantando. Antes de ser internada, no dia 04 de junho de 2008, Sylvinha estava envolvida na divulgação do DVD e do CD, gravados com o marido, em que celebra os 40 anos da Jovem Guarda. Uma cantora talentosa e afinada que, com certeza, deixou saudades. Confira a lista:

01. 1967 - Jambalaya (On the bayou)
02. 1967 - Vou botar pra quebrar
03. 1967 - Bazaar Charleston
04. 1969 - Você é de morte - com Eduardo Araújo
05. 1970 - Canto de reis - com Eduardo Araújo
06. 1995 - Splish Splash
07. 1995 - Banho de lua
08. 2005 - Datemi un martello (If had a hammer)
09. 1969 - Dudu da nenem, Nenem do dudu - com Eduardo Araújo
10. 2006 - Deus Noel (inédita)
11. 2008 - Blackbird (última gravação)
12. 1991 - Biquini de bolinha amarelinha
13. 1970 - Um tipo especial de amor (I'm Gonna Get Married) - com Eduardo Araújo
14. 1975 - Formula 1 de viver
15. 1975 - Meu problema por um sorriso
16. 1975 - Baby (Ask me)
17. 1975 - Homem contra homem
18. 1977 - Algo de novo no ar
19. 1977 - Mesmo em pensamento
20. 1977 - O irreal é você
21. 1977 - Sentindo as flores respirarem
22. 1978 - Noites vazias
23. 1978 - Mãe terra
24. 1973 - Você está aqui
25. 1973 - Baião

sexta-feira, 24 de junho de 2011

v.a. - Jingles Inesquecíveis - Volume 2

Segundo volume traz jingles veiculados no Brasil desde os anos 1940 até 1990

Conforme prevista, a postagem de hoje é o segundo e último volume da coletânea “Jingles Inesquecíveis”, uma iniciativa do M&M. Os jingles estão em ordem cronológica: de 01 a 06 (anos 40 e 50), 07 a 37 (anos 60), 38 a 61 (anos 70), 62 a 76 (anos 80) e 77 a 99 (anos 90). O CD traz originalmente 97 trilhas, mas achei que poderia incluir, por conta própria, dois jingles bônus, interpretados por Rita Lee (Telefônica) e Toni Garrido (Coca-Cola). Confira a lista completa:

01. Anos 40 e 50 – Lifebuoy
02. Talco Ross
03. Spot Sabonete Lever
04. Creme dental Eucalol
05. Glostora
06. Spot Discos RCA Victor
07. Anos 60 - Cassio Muniz
08. Rádio Phillips
09. Geladeira G.E
10. Lavadora Bendix
11. Pratas Wolf
12. Rádios Sharp
13. Firestone Super Tuff
14. Calçados Boliche
15. Rádios Semp
16. Volkswagen Teto Solar
17. Gordini
18. Caminhoes Ford
19. Caminhoes Chevrolet
20. Loyd Vasp
21. Vasp
22. Eucatex
23. Vogatex
24. Swift
25. Pão Pullman
26. Leite Gloria
27. Perdigão
28. Caldos Quaker
29. Pão de Açúcar
30. Cerveja Neger
31. Wisky Old Argyll
32. Cigarros Bridge
33. Cerveja Antarctica
34. Avon
35. Casas Pernambucanas
36. Folha de S. Paulo
37. Cerveja Antarctica
38. Anos 70 - Dodge 1.800
39. Chevrolet
40. Variant Volkswagen
41. Varig Cruzeiro
42. Casas Zacarias
43. Gazeta Esportiva
44. O Estado de S. Paulo
45. Pepsi-Cola
46. Kibon
47. Maionese Cica
48. Sabão Viva
49. Creme Dental Colgate
50. Flit
51. Sabão Campeiro
52. Pinho Dominó
53. Fios Pirelli
54. Monark
55. Arão Sahn
56. TV Colorado
57. Banco Nacional
58. União Cultural Brasil – EUA
59. Nossa Caixa
60. Louco por Lee
61. Formicida Shell - Wilson Simonal
62. Anos 80 - Guaraná Taí
63. Trilha Crush
64. Splash
65. Claybon
66. Maggi
67. Cigarros Continental
68. Sorveteira Arno
69. Brastemp
70. Trilha Sears
71. Banco Mercantil
72. Unibanco
73. Imedia
74. Regulador Xavier
75. Chevette Marajó
76. Ford Belina
77. Anos 90 - Guarana Antarctica
78. Pomaretti
79. Cerveja Antarctica - Daniela Mercury & Ray Charles
80. Volkswagen Polo Classic
81. Pepsi-Cola Generation
82. Nestle Magic
83. Cia Atlética
84. Super Bonder
85. Lacto Purga
86. Waffer São Luis – Toquinho
87. Cefalix
88. Ray-o-Vac - Fernanda Abreu
89. Bradesco
90. Poupança Bradesco
91. Gessy Cristal
92. Coca-Cola Esporte
93. Vinólia
94. Coca-Cola – Tribo
95. Velho Barreiro
96. Brahma Copa do Mundo
97. Globo Rural
98. Telefonica - Rita Lee (Bônus)
99. Coca-Cola - Toni Garrido (Bônus)

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

v.a. - Jingles Inesquecíveis - Volume 1

Seleção reune jingles famosos produzidos no Brasil durante os anos 50, 60, 70 e 80
Primeiro volume foi produzido pela Escola Superior de Propaganda e Marketing

Esta e a próxima postagens são para quem curte propaganda e gosta de relembrar os jingles mais marcantes da história da publicidade brasileira. Trata-se da seleção “Jingles inesquecíveis”, criada originalmente pela Escola Superior de Propaganda e Marketing durante a comemoração dos 40 anos da instituição. O primeiro volume foi lançado em vinil e posteriormente relançado em CD como brinde do M&M, que produziu o segundo volume.
Muitos desses jingles fizeram história ao longo de quatro décadas e estão na memória do consumidor brasileiro. Confira a lista deste primeiro volume:

01. Anos 50 e 60 - Creme dental Eucalol
02. Talco Ross
03. Melhoral
04. Astringosol
05. Sabonete Palmolive
06. Alka Seltzer
07. Creme Rugol
08. Pilulas Dr. Ross
09. Oleo Maria
10. Detefon
11. Alvarenga e Ranchinho
12. Prefixo Reporter Esso
13. Shell - Roberto Carlos
14. Canal 9
15. Shell - Mutantes
16. Kolynos
17. Esso - Juca Chaves
18. Sheltox
19. Cera Dominó
20. Casas Pernambucanas
21. Leite Mococa
22. Cobertores Parahyba
23. Nuget
24. Grapette
25. Varig - Estrela
26. Maionese Hellmans
27. Metalic
28. Sedan Volkswagen
29. G.E.
30. Karman Ghia
31. Firestone
32. Varig
33. Anos 70 - Minister
34. Pepsi-Cola
35. U.S.Top
36. Kolynos
37. Duchas Corona
38. Rexona
39. Amareto Del Orso
40. Opala Comodoro
41. Vasp
42. Guarana Antarctica
43. Rocambole Pullman
44. Cornetto Gelatto
45. Martini
46. Duraplac
47. Cerveja Antarctica
48. Bamerindus
49. Itau
50. Bunny´s Levis
51. Run Merino
52. Guarana Antarctica
53. Chevrolet Opala
54. Grapette
55. Guarana Antarctica
56. Chevrolet
57. Cafe Seleto
58. Malboro (instrumental)
59. Anos 80 - Mappin
60. Sulflair
61. Dia do radio
62. Transbrasil
63. Itau
64. Maionese Hellmans
65. Bamerindus
66. Tylenol
67. Mortadela Sadia
68. Goodyear
69. Caloplast
70. Yamaha
71. Pompeia Veiculos
72. Campari
73. Minuano Limao
74. Rimula - Shell
75. Jeans Pool
76. Morumbi Shopping
77. Drops Kids
78. Cafe Canaã
79. Cesp
80. Varig - Rosa Miyake
81. Sonrisal
82. Anos 90 - Varig
83. Sonrisol
84. Pompeia Veiculos
85. Poupança Bradesco
86. Soda Limonada
87. Automovel Clube
88. Pick up Chevrolet
89. Mesbla
90. C & A
91. Esplanada Grill - Cauby Peixoto
92. M.Officer
93. Gelatina Royal
94. Molho Jimmy
95. Omino
96. Play Center
97. Dan Up
98. Cerveja Brahma
99. Listas Telesp
100. C & A

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Luiz Ayrão: Los amantes (single 1979)

Primeiro hit de Luiz Ayrão foi "Nossa canção", de sua autoria, na voz de Roberto Carlos

Um grande sucesso no Brasil, “Os amantes” – música de Sidney da Conceição, Lourenço e Augusto César, gravada por Luiz Ayrão em 1978 – também obteve êxito em espanhol nos países latinos. A canção fez parte do LP “Los amantes” e também do single, de 1979, que trouxe “Viaje fantástico”, do próprio artista, no lado B. Luiz Gonzaga Kedi Ayrão nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no bairro de Lins de Vasconcelos, originário de uma família de artistas. O avô paterno era maestro, compositor e professor de música. Daí, certamente, a vocação para compor. Do lado de sua avó herda o veio artístico para os versos e a poesia. Seu pai, assim como seus tios nas horas de lazer, dedicavam-se a compor, cantar e aos instrumentos musicais e, freqüentemente, todo o clã se reunia nas residências dos mais velhos.

Nesse ambiente, a inclinação para a arte era inevitável. Ainda ao tempo dos bancos escolares, já contava com a admiração e o incentivo dos colegas pelo sucesso que faziam seus cadernos cheios de letras e melodias de sua autoria. Coincidentemente, nessa época, veio morar no seu bairro, recém-chegado do Estado do Espírito Santo, aquele que pouco mais tarde iria se tornar o maior ídolo da então chamada Música Jovem: Roberto Carlos. Em meados da década de sessenta, explode a Jovem Guarda — movimento musical que dominaria todas as paradas de sucesso. Nossa Canção (1967), gravada por Roberto e por ele regravada ao vivo em seu CD/99, torna-se um grande êxito e solidifica a carreira do novo compositor. Outros viriam ainda na voz de Roberto Carlos, como Ciúme de Você (1970), relançado por Zizi Possi (1990), pela Banda Raça Negra (1994 e 1999) e recentemente pelo jovem cantor Filipe Dylon. Em 2003 e 2004, Nossa Canção ocupa também os primeiros lugares nas vozes de Maria Bethânia, (“Maricotinha ao vivo”), e Vanessa da Matta (trilha sonora da novela “Celebridade”).

Lado A - Los amantes (Sidney da onceição - Lourenço - Augusto César - adapt. Dalmacio)
Lado B - Viaje fantastico (Luiz Ayrão - adapt. Dalmacio)

OBS: Continua impossível anotar ou responder qualquer coisa no comentários. Assim, o link vai aqui, do jeito que não gosto:
http://www.mediafire.com/?lmos6lj43y6jda3

terça-feira, 21 de junho de 2011

Os Carbonos: Que bacana (single de 1968)

"Que bacana", campeã em São Paulo, foi gravada originalmente por Suely e Os Kanticus"

Após a postagem da coletânea “Psicodelia brasileira”, na qual consta uma faixa do grupo paulista Os Carbonos, lembrei-me deste raro compacto de 1968. O single reúne duas faixas campeãs na fase paulista do primeiro Festival Universitário da Canção Popular, realizado pela TV Tupi em quatro edições (de 1968 a 1971), no Rio de Janeiro e em São Paulo, exclusivamente para compositores universitários. O lado A do disco traz “Que bacana”, de Richard Carasso, mais conhecida pela gravação de Suely e os Kanticus. Já no lado B temos “O tigre”, de Márcio Tadeu, segunda colocada em São Paulo. Na final, a vencedora do festival foi “Helena, Helena, Helena”, de Alberto Land, interpretada por Taiguara.
O grupo os Carbonos surgiu em meados dos anos 60 na onda da Jovem Guarda. Como o próprio nome sugere, a banda só gravava músicas de sucesso de outros intérpretes, e se tornou especialista no que hoje denominamos como 'covers'. Assim como outras bandas da época, como os The Fevers, Os Carbonos gravaram também com outros nomes, como Andróides, The Mackenzie Group, Carbono 14 e The Magnetic Sounds, sendo este último gravando a série de lps "Super Erótica", muito popular na época. O que fez dOs Carbonos um grupo musical de sucesso, não foi apenas a escolha de repertórios marcados, mas principalmente a qualidade de seus músicos e fidelidade na execução. Eles foram pioneiros.

Lado A - Que bacana (Richard Chemtob Carasso)
Labo B - O tigre (Marcio Tadeu)

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