Pesquisar este blog

sábado, 9 de julho de 2011

Vox Deorum (The Clevers): Antologia (1969/1971)

Vox Deorum era constituído pelos músicos da segunda formação do The Clevers

Você já ouviu músicas dos grupos The Supersonics, Os Milionários, Cardinale, We, Vacation, Age of Venus ou The Lotus Sound? Esses e outros nomes foram pseudônimos usados por uma única banda, Os Fevers, que também adotaram outros nomes em gravações feitas em parceria com o Renato e Seus Blue Caps (The Big Seven) e Os Golden Boys (Os Super Quentes). Pois a banda The New Clevers, apresentada na postagem anterior, também teve um segundo nome: Vox Deorum, que chegou a gravar quatro compactos simples e um duplo, todos pela gravadora RGE.

Não sei exatamente o motivo pelo qual o grupo decidiu adotar um segundo nome, já que o primeiro e mais importante (The Clevers) necessitava de mais foco, e - cá entre nós - nem chegou a deslanchar. Caiu rapidamente no esquecimento. Os Incríveis, por sua vez, conseguiram sucesso e projeção maior justamente após trocarem o nome e a gravadora (da Continental para a RCA Victor). De outro lado, o grupo Vox Deorum teve o apoio da RGE, que apostou no novo nome e até lançou pelo selo Fermata dois singles do grupo no mercado latino: o primeiro com “Yo te amo ... Yo tampoco” (versão de “Je t’aime ... moi non plus”, de Serge Gainsburg, inédita no Brasil) e “Si el telefono Llama” (Se o telefone tocar), e o segundo contendo "Gitarzan" e "Give peace a chance" (sucesso de John Lennon). Sem o êxito esperado, o Vox Deorum ganhou certa aura ao longo dos anos como banda de garagem, e seus discos passaram a ser disputados por colecionadores. Confira o repertório:

01. 1970 - Gitarzan (Guitarzan)
02. 1970 - Em busca da paz (Give peace a chance)
03. 1971 - Shorts, mini-saias e blue jeans
04. 1969 - Se o telefone tocar
05. 1969 - Não quero mais sofrer
06. 1970 - Como é triste
07. 1970 - Bárbara
08. 1970 - Domingo em Buenos Aires
09. 1970 - Está na hora de aprender a chorar
10. 1970 - Fa-fanafa-fa
11. 1970 - Minha Maria
12. 1971 - Viver por viver

Download aqui

4 comentários:

  1. Boa coletânea, o grupo era realmente acima da média e gravava bem em um tempo em que conseguir transferir para um disco o resultado sonoro obtido no estúdio era complicado.
    Tive o prazer de conhecer Celinho, o guitarrista do Vox pois vivíamos tocando em um hoje extinto núcleo de casas noturnas em São Paulo e muitas vezes as tradicionais "canjas" nos colocavam no mesmo palco. Nesse meio, ele era respeitado e admirado, e os incontáveis músicos que por lá trafegavam eram unânimes em apontá-lo como um dos melhores guitarristas do "rock noturno", ao lado de Aristeu (banda do Roberto Carlos) e Emílio (ex Jet Black's).
    Obrigado pelo post, e por esse trabalho de amor que é o teu blog.

    ResponderExcluir
  2. Por favor, reativem o link! Obrigado

    ResponderExcluir
  3. Novo link:

    http://www.4shared.com/rar/oAbEBd99/78_-_VoxD.html

    ResponderExcluir
  4. Meu amigo, acho que houve um equívoco na informação acima. Na verdade, pelo que sei, o que aconteceu foi que foi que no ano de 1968, houve um desentendimento entre os integrantes d'Os Celvers, o que ocasionou a saída de Ringo, Tony e Betinho, os quais recrutaram Celinho (guitarra) e formaram a Vox Deorum, uma outra banda. Em seguida, Reno e Francis coptaram Antonio Bichara, o Toninho (ex-RT-4-guitarra/teclado) e os irmãos Marco Antonio Bismarck (bateria) e Mario Eugênio Bismarck (contrabaixo), ambos ex-integrantes da banda Os Monges, e seguiram com os Clevers concomitantemente. Espero que eu esteja certo. Rzss. Forte abraço

    ResponderExcluir